Unidades de produção de Autoconsumo (UPAC)

Unidades de produção de Autoconsumo (UPAC)

Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC), é o nome da unidade que produz  energia elétrica para autoconsumo, podendo estar ou não ligada à RESP (rede elétrica de serviço público), sendo essa escolha realizada pelo produtor.

A energia produzida é consumida no momento, reduzindo a compra de energia à rede.

Sempre que a UPAC estiver ligada à RESP, a energia produzida e não consumida é injetada na rede e remunerada. Caso o produtor não pretenda vender o excedente à rede, necessitará de um equipamento que limite a injeção de potência.

O autoconsumo pode levar à redução da fatura de energia elétrica até 80%, dependendo do tipo de solução adotada ou da localização da habitação/empresa, entre outros fatores.

Assim, recomenda-se a visita de técnicos especializados ao local da instalação, para o correto dimensionamento do sistema.

Como empresa instaladora de unidades de produção para autoconsumo (UPAC) e Unidades de Pequena Produção (UPP), a Sotecnisol Power & Water desenvolve projetos integrais de instalação de sistemas solares fotovoltaicos, centrais fotovoltaicas, sistemas de produção de energia, para autoconsumo ou para venda à rede.

Contacte-nos para mais informações: pw@sotecnisol.pt

Sotecnisol P&W instala unidades de produção para autoconsumo (UPAC)
Instalação na Acuinova – Mira – Potência 892,62 kWp
Sotecnisol P&W instala unidades de produção para autoconsumo (UPAC)
Instalação na Mendes Gonçalves Lda – Golegã – Potência 378,45 kWp
Sotecnisol P&W instala unidades de produção para autoconsumo (UPAC)
Instalação na Elaia – Lagar do Painho – Avis – Potência Potência : 347,76 kWp

Energia solar…sem Sol

Energia solar…sem Sol

O Neutrinovoltaico é um sistema capaz de produzir energia solar sem sol.

A solução desenvolvida pelo Grupo Neutrino Energy parece ir de encontro à resolução dos problemas da sazonalidade da produção de energia.

O neutrinovoltaico utiliza todas as partículas de radiação não visível que chegam continuamente do espaço exterior, bem como da hidroeletricidade que é criada de forma artificial.

O grupo germano-americano desenvolveu um metamaterial de camadas dopadas de silício e grafite. A radiação invisível chega a este material nano revestido e faz vibrar os átomos. Posteriormente, essas vibrações atómicas são otimizadas horizontal e verticalmente através da estruturação geométrica das camadas de grafite e silicone, e amplificadas até poderem ser removidas da superfície como uma corrente elétrica contínua.

O seus criadores afirmam que com uma película de alta performance revestida com o princípio neutrinovoltaico, e com apenas uma superfície do tamanho de uma folha A4, já podem ser entregues mais de 2,7 watts.

Para saber mais acerca deste tema: https://neutrino-energy.com/

Fonte: https://pplware.sapo.pt

Revestimento que reduz consumo de energia e emissões de CO2

Revestimento que reduz consumo de energia e emissões de CO2

O painel GELCLAD foi criado pelo consórcio liderado pelo Instituto Pedro Nunes (IPN)

Cerca de 20% a 60% de toda a energia utilizada nos edifícios está relacionada com o projeto e construção e onde, em mais de 35% dos casos, as paredes são responsáveis ​​por parte significativa de todas as perdas e ganhos de calor através do envelope do edifício.

O painel GELCLAD será um produto compósito sustentável, leve e pronto a aplicar. Será constituído por um núcleo de isolamento de aerogel e um painel impermeabilizante de ecoWPC, tudo numa só unidade fácil de manusear, capaz de atingir objetivos de alta eficiência energética e especialmente projetado para cumprir com as principais ações de renovação de edifícios desejadas pela UE.
• 45% de melhoria no desempenho do isolamento;
• Tempo de vida útil superior a 30 anos;
• Aplicação fácil e rápida;
• Custo/desempenho competitivo;
• Orientado para renovação de edifícios;
• Com respeito pelos princípios de sustentabilidade.

Gelclad

A disponibilização deste novo sistema de revestimento será especialmente importante para dar um novo fôlego ao setor da reabilitação urbana, obedecendo a critérios sustentáveis e ecológicos que não desconsiderem a componente humana”.

Jorge Corker, coordenador do projeto, considera que este novo sistema contribui para “reduzir o consumo de energia e as emissões de CO2, permitindo ganhos até 40% de eficiência de isolamento“. Acrescentou: “apresenta-se como um produto inovador que supera as propriedades oferecidas pelos sistemas de isolamento de fachada tradicionais e que terá um impacto real na poupança energética”.

Gelclad

Fonte: https://eco.sapo.pt ; https://www.ipn.pt ; https://www.gelclad.eu

Seis razões para levar a energia solar fotovoltaica para a Agricultura

Seis razões para levar a energia solar fotovoltaica para a Agricultura

A maturidade da energia solar fotovoltaica faz com que cada vez mais instalações agrícolas usem a energia solar para sistemas de bombeamento e irrigação como a melhor solução de autoconsumo.

As soluções de alta qualidade tecnológica e industrial permitem que haja uma suficiência solar em qualquer sistema de rega, uma vez que a instalação pode ser dimensionada para garantir a energia necessária à extracção do fluxo de água exigido pela exploração.

Estas são as principais razões para apostar em energia solar nas instalações agrícolas:

  1. A factura de energia da rede é drasticamente reduzida.
  2. São sistemas silenciosos, com praticamente nenhuma manutenção.
  3. A amortização do investimento ocorre num prazo muito curto.
  4. A cobertura energética fica garantida.
  5. A instalação é rápida e fácil.
  6. É compatível com qualquer tipo de bomba que já esteja instalada.

As instalações agrícolas poderão melhorar significativamente as suas margens, reduzindo os custos de energia e garantindo a sua autonomia energética, para além de garantir um preço fixo de geração muito menor do que o das compras à rede.

Contacte a Sotecnisol Power & Water para mais informações: https://www.sotecnisol.pt/power-water/

 Elaia - Lagar do Painho - Avis

Imagem: Instalação Sotecnisol P&W na Elaia – Lagar do Painho – Avis (347,76 kWp)

Fonte: https://www.energias-renovables.com

Porquê investir num Reservatório Flexível?

Porquê investir num Reservatório Flexível?

Porque os reservatórios flexíveis são a solução mais económica para armazenar água ou outro tipo de líquidos.

Os reservatórios flexíveis são um meio de armazenamento temporário ou definitivo de todo o tipo de líquidos.

Apresentam uma excelente durabilidade, pois apresentam um muito bom comportamento em relação aos factores ambientais, como é o caso dos raios ultravioletas.

Os reservatórios flexíveis são extremamente práticos, pois podem ser transportados em espaços reduzidos, uma vez dobrados.

Outras vantagens dos Reservatórios Flexíveis:

  • Instalação rápida e simples.
  • Fácil transporte.
  • Estabilidade. Apenas requerem uma superfície plana e horizontal.
  • Grande variedade de volumes, de acordo com as necessidades.
  • Não necessitam de obras adicionais, projectos ou licenças.
  • Eliminam a evaporação, criação de algas e existência de insectos.
  • Estão livres de oxidação e de toda a contaminação exterior.
  • Eliminam os maus odores de efluentes residuais ou outros.
  • Evitam os derrames no meio ambiente.
  • Evitam o risco de queda no seu interior e o contacto com os líquidos armazenados.
  • Têm uma elevada resistência química a hidrocarbonetos e a todos os efluentes agrícolas e industriais.
  • Têm uma elevada resistência mecânica a temperaturas (-30ºC até +60 ºC).
  • Têm uma vida útil superior a 25 anos.
  • Têm 10 anos de garantia do material.
  • São 100 % recicláveis.

Os reservatórios flexíveis são fabricados com uma membrana de polietileno ultra flexível, com uma espessura de 1.3 mm. Dispõem de uma saída frontal com terminal roscado e uma entrada superior com saída dupla roscada, de diâmetro 32 mm ou de 63 mm. Os cantos são reforçados com placas de polietileno.

Vantagens do POLIETILENO face ao PVC:

  • Maior resistência química ao ataque de ácidos, bases e solventes orgânicos.
  • Maior resistência à radiação solar (UV).
  • Respeito pelo ambiente e pela saúde. O PVC liberta radicais halogenados que possui na sua cadeia polimérica.

Vantagens do POLIETILENO face ao EPDM:

  • Maior resistência à radiação solar (UV).
  • Melhor resistência química. A soldadura do EPDM faz-se por vulcanização.
  • Respeito pelo ambiente e pela saúde. A soldadura do polietileno faz-se por termofusão, sem recurso a produtos químicos.

Os reservatórios flexíveis são reutilizáveis, podendo ser usados temporariamente e guardados até nova utilização.

Tipo de líquidos a armazenar:
Os reservatórios flexíveis podem armazenar líquidos como água de rega, água da chuva, águas residuais, água potável, fertilizantes líquidos, entre outros, podendo ser aplicados em inúmeras áreas:

Logística

A capacidade dos reservatórios é variável, desde pequenos volumes (100 litros) até 1.000 m3 (1 milhão de litros)

Certificações:

  • Certificado de armazenamento de ÁGUA POTÁVEL – Limite de migração global establecido no Regulamento (UE) Nº 10/2011 da Comissão de 14 de Janeiro de 2011, sobre materiais e objetos plásticos destinados a contacto com alimentos. Ensaio UNE-EN 1186-3. Limite máximo: 10 mg /dm2. O resultado do ensaio realizado aos reservatórios é < 1.0 mg/dm2 (10 vezes menos que o limite máximo permitido).
  • Marcação CE dos reservatórios para o mercado Europeu
  • Certificado de Qualidade ISO 9001, no fabrico dos reservatórios.
  • ÁGUA DA CHUVA: na lei da água de 2008 e na norma EN1717, é permitido alimentar com água da chuva, as sanitas, as máquinas de lavar, etc, que representam mais de 60 % do consumo de água potável de uma habitação.
  • ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEIS: Na Europa não é permitido, por questões de segurança. Nos países onde é permitido, os reservatórios podem ser utilizados para este fim.

Consulte a nossa Tabela de Preços.

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29 de Maio – Dia Nacional da Energia

29 de Maio – Dia Nacional da Energia

O Dia Mundial da Energia, celebrado a 29 de Maio, foi criado em 1981 com o objectivo de fazer cidadãos e empresas reflectir sobre a importância do uso eficiente da energia.

As boas práticas podem começar pela mudança de pequenos hábitos quotidianos, contribuindo para um melhor ambiente – e economizar na conta de electricidade!

Em Portugal, o consumo de energia tem estado em transformação, mas o caminho é longo e tem sido percorrido de forma mais lenta do que o desejável.

Encontramo-nos num processo de transição energética para progressivamente abandonar as fontes fósseis, eletrificando os consumos e promovendo uma matriz de produção elétrica tão “verde” quanto possível.

Mas os números actuais mostram que Portugal continua com uma grande dependência do exterior, a mobilidade nas estradas é feita sobretudo a gasóleo e a produção de eletricidade é hoje mais “verde”, mas não dispensa as fontes fósseis importadas como rede de segurança.

Instalação da Sotecnisol Power & Water na ELAIA

A Sotecnisol Power & Water tem implementado soluções de eficiência energética junto dos seus clientes, das quais destacamos:

  • Aproveitamento de fontes de energia renovável para utilização no processo ou para produção de eletricidade
  • Aproveitamento de fluidos térmicos para produção de eletricidade
  • Isolamentos térmicos
  • Redes de fluidos térmicos
  • Redes de vapor
  • Redes de gás
  • Caldeiras para produção de vapor
  • Fornalhas para produção de ar sobreaquecido
  • Secadores industriais
  • Bombas eficientes
  • Motores eficientes
  • Iluminação eficiente
  • Películas solares para redução dos ganhos térmicos em Edifícios de Serviços
Instalação da Sotecnisol Power & Water na Contiforme
Instalação da Sotecnisol Power & Water na Contiforme

Aumentaram os licenciamentos para construção nova

Aumentaram os licenciamentos para construção nova

De acordo com a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), os licenciamentos para construção nova aumentaram 28% a nível nacional, face ao período homólogo do ano passado – dados registados no primeiro trimestre de 2019.

Construção nova de habitação subiu 35,4% em Lisboa.
Construção nova de habitação subiu 35,4% em Lisboa

O número licenciamentos de alojamentos em construções novas aumentou 27,9% no primeiro trimestre deste ano, para 5.887, face a igual período do ano passado, revelou a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).

A associação refere igualmente que, na Área Metropolitana de Lisboa, o número de fogos licenciados em construções novas, nos doze meses terminados em Março deste ano, totalizou 4.305, um acréscimo de 35,4% face aos 3.180 alojamentos licenciados no período homólogo.

Fonte: AICCOPN; Expresso

O que são e como funcionam os painéis solares fotovoltaicos?

O que são e como funcionam os painéis solares fotovoltaicos?

Os painéis solares fotovoltaicos são estruturas usadas para a produção de energia elétrica a partir da luz solar.

Os painéis solares fotovoltaicos fazem parte do sistema solar fotovoltaico, que também é composto por um conversor de corrente em corrente alternada, um gerador e um quadro elétrico.

Os painéis solares fotovoltaicos são compostos por células solares, feitas de materiais semicondutores como o silício. São as chamadas células fotovoltaicas. Quando as partículas da luz solar (fotões) atingem os átomos desses materiais, provocam o deslocamento dos eletrões, criando-se uma corrente elétrica.

A eletricidade gerada pelas células solares fotovoltaicas é CC (corrente contínua), sendo necessário passar por um conversor, para ser convertida em CA (corrente alternada).

Sotecnisol Power & Water instalam sistema solar fotovoltaico na Moda21

Uma vez que é desejável que os painéis solares estejam sempre expostos ao Sol, são instalados tendo em conta a variação do ângulo de incidência da luz solar ao longo do ano. Por isso são montados numa posição inclinada.

Um sistema solar fotovoltaico tem uma durabilidade de cerca de 25 anos.

As soluções da Sotecnisol Power & Water ao nível dos Sistemas Solares Fotovoltaicos permitem à sua empresa produzir e consumir a sua própria energia, e assim, reduzir os custos.

A Sotecnisol Power & Water é atualmente um dos principais instaladores de sistemas solares fotovoltaicos, encontrando-se vocacionada para dar resposta às solicitações mais complexas das empresas e indústrias no que diz respeito a projectos de sistema solares.

Aprovada Portaria para Edifícios NZEB

Aprovada Portaria para Edifícios NZEB

A legislação que regula o desempenho energético dos edifícios, e que tem como objectivo aplicar a norma NZEB (Nearly Zero Energy Buildings) ao parque edificado nacional, foi aprovada no Parlamento.

A Portaria 98/2019, de 2 de Abril, foi publicada em Diário da República e vem alterar a Portaria 349-B/2013, de 29 de Novembro.

Esta portaria define que os novos edifícios, cujo licenciamento ocorra a partir do dia 1 de Janeiro de 2021, devem ser progressivamente NZEB
(Nearly Zero Energy Buildings).

Um edifício NZEB deve conseguir ser eficiente, sem desperdícios energéticos, e capaz de produzir a sua própria energia de forma local, barata, renovável e não poluente, levando a que se obtenham benefícios na economia familiar e nacional e a uma melhoria da qualidade ambiental.

Fonte: Idealista.pt

Trata-se de edifícios com formas de captação local de energias renováveis que possam cobrir grande parte do remanescente das necessidades energéticas previstas, de acordo com os modelos do REH e do RECS, de acordo com as seguintes formas de captação:

  • Preferencialmente, no próprio edifício ou na parcela de terreno onde está construído;
  • Em complemento, em infraestruturas de uso comum tão próximas do local quanto possível, quando não seja possível suprir as necessidades de energia renovável com recurso à captação local prevista especificamente para o efeito.
NZEB – Nearly Zero Energy Buildings


Fonte: Edifícios e Energia; APCMC; Idealista.pt

Passive House

Passive House

O conceito Passive House foi desenvolvido nos anos 80, na Alemanha, pelo investigador alemão Wolfgang Feist, do Passivhaus Institut (PHI).

A Passive House tem como base um excelente isolamento térmico, que mantém o calor desejado no interior e o indesejado no exterior, um sistema de ventilação que fornece ar novo constante ao interior e um sistema de recuperação de calor de elevada eficiência, que permite que o calor existente no ar e que é extraído seja reutilizado.

Os resultados apontam para poupanças energéticas de até 90%, comparativamente aos edifícios típicos do Centro da Europa e de 75% em relação a novas construções, refere o sítio online www.passipedia.de.

http://www.egreengroup.com

A Passiv House pressupõe que, baseada numa elevada qualidade térmica dos materiais de confinamento do edifício (paredes, janelas e portas), na utilização das fontes de calor internas (provenientes dos dispositivos eléctricos que normalmente se utilizam nos lares) e na minimização das perdas de ventilação através de um sistema controlado com recuperação de calor, a habitação não necessita dos mecanismos de refrigeração e de aquecimento habituais.

Estamos a falar de uma abordagem diferente onde o termo “passivo” se aplica à forma como funciona o sistema de aquecimento: o edifício não é aquecido de forma activa, usando essencialmente os ganhos de calor passivos para se aquecer, sendo apenas necessária uma pequena quantidade adicional de calor.

Uma Passive House é cost-efficient. Os custos adicionais associados à implementação inicial de um sistema Passive House (como isolamento térmico, caixilhos de janelas e vidros especiais entre outros) são rapidamente compensados ​​por um sistema AVAC de custo mais reduzido e pela fatura de energia, que é de quatro a dez vezes menor do que a de uma casa convencional.

Existem hoje mais de 10.000 edifícios em todo o mundo certificados o sistema de Passive House, desde pequenas casas individuais a edifícios de escritórios, escolas e lojas. Um grande número deles está na Alemanha e na Áustria.

Saiba mais informações aqui:

www.passivhaus.pt

www.edificioseenergia.pt