29 de Maio – Dia Nacional da Energia

29 de Maio – Dia Nacional da Energia

O Dia Mundial da Energia, celebrado a 29 de Maio, foi criado em 1981 com o objectivo de fazer cidadãos e empresas reflectir sobre a importância do uso eficiente da energia.

As boas práticas podem começar pela mudança de pequenos hábitos quotidianos, contribuindo para um melhor ambiente – e economizar na conta de electricidade!

Em Portugal, o consumo de energia tem estado em transformação, mas o caminho é longo e tem sido percorrido de forma mais lenta do que o desejável.

Encontramo-nos num processo de transição energética para progressivamente abandonar as fontes fósseis, eletrificando os consumos e promovendo uma matriz de produção elétrica tão “verde” quanto possível.

Mas os números actuais mostram que Portugal continua com uma grande dependência do exterior, a mobilidade nas estradas é feita sobretudo a gasóleo e a produção de eletricidade é hoje mais “verde”, mas não dispensa as fontes fósseis importadas como rede de segurança.

Instalação da Sotecnisol Power & Water na ELAIA

A Sotecnisol Power & Water tem implementado soluções de eficiência energética junto dos seus clientes, das quais destacamos:

  • Aproveitamento de fontes de energia renovável para utilização no processo ou para produção de eletricidade
  • Aproveitamento de fluidos térmicos para produção de eletricidade
  • Isolamentos térmicos
  • Redes de fluidos térmicos
  • Redes de vapor
  • Redes de gás
  • Caldeiras para produção de vapor
  • Fornalhas para produção de ar sobreaquecido
  • Secadores industriais
  • Bombas eficientes
  • Motores eficientes
  • Iluminação eficiente
  • Películas solares para redução dos ganhos térmicos em Edifícios de Serviços
Instalação da Sotecnisol Power & Water na Contiforme
Instalação da Sotecnisol Power & Water na Contiforme

Aumentaram os licenciamentos para construção nova

Aumentaram os licenciamentos para construção nova

De acordo com a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), os licenciamentos para construção nova aumentaram 28% a nível nacional, face ao período homólogo do ano passado – dados registados no primeiro trimestre de 2019.

Construção nova de habitação subiu 35,4% em Lisboa.
Construção nova de habitação subiu 35,4% em Lisboa

O número licenciamentos de alojamentos em construções novas aumentou 27,9% no primeiro trimestre deste ano, para 5.887, face a igual período do ano passado, revelou a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).

A associação refere igualmente que, na Área Metropolitana de Lisboa, o número de fogos licenciados em construções novas, nos doze meses terminados em Março deste ano, totalizou 4.305, um acréscimo de 35,4% face aos 3.180 alojamentos licenciados no período homólogo.

Fonte: AICCOPN; Expresso

O que são e como funcionam os painéis solares fotovoltaicos?

O que são e como funcionam os painéis solares fotovoltaicos?

Os painéis solares fotovoltaicos são estruturas usadas para a produção de energia elétrica a partir da luz solar.

Os painéis solares fotovoltaicos fazem parte do sistema solar fotovoltaico, que também é composto por um conversor de corrente em corrente alternada, um gerador e um quadro elétrico.

Os painéis solares fotovoltaicos são compostos por células solares, feitas de materiais semicondutores como o silício. São as chamadas células fotovoltaicas. Quando as partículas da luz solar (fotões) atingem os átomos desses materiais, provocam o deslocamento dos eletrões, criando-se uma corrente elétrica.

A eletricidade gerada pelas células solares fotovoltaicas é CC (corrente contínua), sendo necessário passar por um conversor, para ser convertida em CA (corrente alternada).

Sotecnisol Power & Water instalam sistema solar fotovoltaico na Moda21

Uma vez que é desejável que os painéis solares estejam sempre expostos ao Sol, são instalados tendo em conta a variação do ângulo de incidência da luz solar ao longo do ano. Por isso são montados numa posição inclinada.

Um sistema solar fotovoltaico tem uma durabilidade de cerca de 25 anos.

As soluções da Sotecnisol Power & Water ao nível dos Sistemas Solares Fotovoltaicos permitem à sua empresa produzir e consumir a sua própria energia, e assim, reduzir os custos.

A Sotecnisol Power & Water é atualmente um dos principais instaladores de sistemas solares fotovoltaicos, encontrando-se vocacionada para dar resposta às solicitações mais complexas das empresas e indústrias no que diz respeito a projectos de sistema solares.

Aprovada Portaria para Edifícios NZEB

Aprovada Portaria para Edifícios NZEB

A legislação que regula o desempenho energético dos edifícios, e que tem como objectivo aplicar a norma NZEB (Nearly Zero Energy Buildings) ao parque edificado nacional, foi aprovada no Parlamento.

A Portaria 98/2019, de 2 de Abril, foi publicada em Diário da República e vem alterar a Portaria 349-B/2013, de 29 de Novembro.

Esta portaria define que os novos edifícios, cujo licenciamento ocorra a partir do dia 1 de Janeiro de 2021, devem ser progressivamente NZEB
(Nearly Zero Energy Buildings).

Um edifício NZEB deve conseguir ser eficiente, sem desperdícios energéticos, e capaz de produzir a sua própria energia de forma local, barata, renovável e não poluente, levando a que se obtenham benefícios na economia familiar e nacional e a uma melhoria da qualidade ambiental.

Fonte: Idealista.pt

Trata-se de edifícios com formas de captação local de energias renováveis que possam cobrir grande parte do remanescente das necessidades energéticas previstas, de acordo com os modelos do REH e do RECS, de acordo com as seguintes formas de captação:

  • Preferencialmente, no próprio edifício ou na parcela de terreno onde está construído;
  • Em complemento, em infraestruturas de uso comum tão próximas do local quanto possível, quando não seja possível suprir as necessidades de energia renovável com recurso à captação local prevista especificamente para o efeito.
NZEB – Nearly Zero Energy Buildings


Fonte: Edifícios e Energia; APCMC; Idealista.pt

Passive House

Passive House

O conceito Passive House foi desenvolvido nos anos 80, na Alemanha, pelo investigador alemão Wolfgang Feist, do Passivhaus Institut (PHI).

A Passive House tem como base um excelente isolamento térmico, que mantém o calor desejado no interior e o indesejado no exterior, um sistema de ventilação que fornece ar novo constante ao interior e um sistema de recuperação de calor de elevada eficiência, que permite que o calor existente no ar e que é extraído seja reutilizado.

Os resultados apontam para poupanças energéticas de até 90%, comparativamente aos edifícios típicos do Centro da Europa e de 75% em relação a novas construções, refere o sítio online www.passipedia.de.

http://www.egreengroup.com

A Passiv House pressupõe que, baseada numa elevada qualidade térmica dos materiais de confinamento do edifício (paredes, janelas e portas), na utilização das fontes de calor internas (provenientes dos dispositivos eléctricos que normalmente se utilizam nos lares) e na minimização das perdas de ventilação através de um sistema controlado com recuperação de calor, a habitação não necessita dos mecanismos de refrigeração e de aquecimento habituais.

Estamos a falar de uma abordagem diferente onde o termo “passivo” se aplica à forma como funciona o sistema de aquecimento: o edifício não é aquecido de forma activa, usando essencialmente os ganhos de calor passivos para se aquecer, sendo apenas necessária uma pequena quantidade adicional de calor.

Uma Passive House é cost-efficient. Os custos adicionais associados à implementação inicial de um sistema Passive House (como isolamento térmico, caixilhos de janelas e vidros especiais entre outros) são rapidamente compensados ​​por um sistema AVAC de custo mais reduzido e pela fatura de energia, que é de quatro a dez vezes menor do que a de uma casa convencional.

Existem hoje mais de 10.000 edifícios em todo o mundo certificados o sistema de Passive House, desde pequenas casas individuais a edifícios de escritórios, escolas e lojas. Um grande número deles está na Alemanha e na Áustria.

Saiba mais informações aqui:

www.passivhaus.pt

www.edificioseenergia.pt

Painéis Fenólicos

Painéis Fenólicos

Os compostos fenólicos são substâncias naturais a partir das quais se pode produzir resina plástica de alta resistência.

Os painéis fenólicos são constituídos por um núcleo, folha decorativa e película protetora. O núcleo é constituído por folhas de papel Kraft impregnadas nas resinas fenólicas.

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Os painéis fenólicos apresentam um conjunto de características muito interessante, que lhes confere um elevado estatuto nos setores da arquitetura, design e construção:

  • Elevada estabilidade
  • Tempo reduzido na preparação e montagem
  • Elevada durabilidade
  • Elevada resistência à humidade
  • Elevada resistência às limpezas frequentes
  • Elevada resistência aos agentes químicos
  • Ampla variedade de cores e acabamentos

A sua superfície não porosa impede que qualquer líquido ou bactéria penetre, tornando-os extremamente fáceis de manter. No entanto, a sua maior vantagem é, de facto, a durabilidade, razão pela qual são cada vez mais a opção de eleição para exteriores ou interiores. Os painéis exteriores e interiores de fenólico são perfeitos quando usados ​​em áreas de muito tráfego ou propensas a abusos, e que por isso exigem uma maior proteção.

Os painéis fenólicos podem ser também utilizados na construção de mobiliário, cabines sanitárias, vestiários, cacifos, bancos, entre muitas outras aplicações.

Painéis fenólicos TRESPA
Painéis fenólicos TRESPA

Painéis fenólicos
Painéis fenólicos

Painéis fenólicos Trespa Meteon
Painéis fenólicos Trespa Meteon

Painéis Fenólicos
Painéis Fenólicos

Vestiário
Vestiário – painéis fenólicos

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Mobiliário com fenólico
Mobiliário com fenólico

Na Sotecnisol Revestimentos projetamos e executamos projetos utilizando painéis fenólicos. Conheça aqui algumas das nossas obras: http://bit.ly/2tiMmNz

Breve história do capoto

Breve história do capoto

Após a II Guerra Mundial, a situação económica da Europa era muito difícil; a falta de recursos energéticos deu origem a um aumento exacerbado dos preços, nomeadamente do combustível para o aquecimento das habitações. Esta situação levou ao desenvolvimento de uma solução que aumentasse o isolamento térmico das casas.

Assim, em meados da década de 40, Edwin Horbach desenvolve um sistema de isolamento pelo exterior dos edifícios, composto por lã de rocha revestida com um reboco de cimento e cal.

O primeiro registo de aplicação doméstica desde sistema encontra-se na Alemanha, nos anos 50, sendo que final dos anos 60, entra nos Estados Unidos da América, sofrendo algumas transformações, de modo a ser adaptado aos tipos de construção encontradas no mercado americano.

Hoje em dia, o isolamento térmico pelo exterior – vulgarmente denominado de capoto – é amplamente conhecido e usado na construção moderna.

Leia mais sobre o capoto.

 

ITE - Espinho2

RE9 – Programa de Reabilitação para Lisboa

RE9 – Programa de Reabilitação para Lisboa

A Câmara Municipal de Lisboa decidiu criar um programa de reabilitação vocacionado para a Cidade de Lisboa, o Programa RE9.

O Programa RE9 foi criado como um Programa de apoio à reabilitação urbana que reúne:

  • benefícios fiscais, de âmbito nacional ou municipal, já existentes;
  • a facilidade de acesso a projetos de arquitetura e engenharia, fruto das parcerias estabelecidas com as Ordens profissionais;
  • possibilidade de acesso a condições preferenciais de financiamento, fruto da parceria estabelecida com o Montepio;
  • possibilidade de aquisição de produtos e materiais de construção aos melhores preços do mercado, junto das empresas aderentes;
  • a simplificação e clareza dos procedimentos administrativos para as obras sujeitas a controle prévio – Via Rápida da Reabilitação Urbana.

Com o Programa RE9, estão criadas as condições para oferecer 9 vantagens para reabilitação dos imóveis localizados na Área de Reabilitação Urbana de Lisboa – cerca de 92% dos imóveis da Cidade de Lisboa.

Saiba mais em www.cm-lisboa.pt

 

 

 

Tratamento de Lixiviados

Tratamento de Lixiviados

Da deposição de resíduos em aterros sanitários resulta, inevitavelmente, a produção de lixiviados.

A recolha, armazenamento e tratamento adequados dos lixiviados são ações necessárias e obrigatórias para a prevenção e controlo da poluição das águas (superficiais e subterrâneas) e do solo, subjacentes ao aterro sanitário.

O tratamento de lixiviados de aterro sanitário por sistemas de membranas – osmose inversa – é a solução técnica e económica mais adequada, permitindo cumprir os parâmetros legais de descarga direta em meio hídrico do efluente tratado.

A tecnologia da osmose inversa baseia-se em membranas semipermeáveis, pelas quais a água pode passar mas iões e moléculas maiores – como substâncias orgânicas – ficam retidas e são rejeitadas. Assim, o lixiviado é separado em duas correntes, uma de água limpa (o permeado) e uma outra de um rejeitado (o concentrado): a força motriz deste processo é a pressão de operação. Esta deve ser mantida mais alta que a pressão osmótica, a qual por sua vez depende da quantidade total de sólidos dissolvidos no lixiviado.

LixiviadosVantagens do tratamento por osmose inversa:
• Solução (técnica / económica) mais eficaz para descarga direta no meio hídrico;
• Adaptação rápida a novas situações (alterações na composição do lixiviado);
• Rápido arranque e paragem do sistema;
• Elevado nível de automação;
• Elevada disponibilidade do sistema;
• Montagem em Skid ou em contentor;
• Construção modular – grande flexibilidade.

Com a sua marca WATERLINX, a Sotecnisol Power & Water já implementou mais de 20 unidades de tratamento de lixiviados, em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente através de:

  • Fornecimento de soluções completas e ambientalmente sustentáveis
  • Tratamento de águas lixiviantes – sistemas contentorizados à medida de cada cliente, com recurso a tecnologias de Ultrafiltração e Osmose Inversa.

 

Conheça-nos melhor aqui.

 

 

O Fibrocimento

O Fibrocimento

O fibrocimento foi uma das maiores tendências da construção civil em Portugal entre os anos 60 e 80. O país cobriu-se de “telhas onduladas” que substituíram as telhas tradicionais. O sucesso das telhas de fibrocimento com amianto (uma das matérias-primas do fibrocimento) foi tanto que ficaram conhecidas como “placas de Lusalite”, o nome da empresa que as fabricava.

Só nos anos 90 surgiram os alertas dos perigos do amianto, o que levou progressivamente ao seu desuso, tendo sido proibida a utilização de qualquer variedade a partir de 2005 e devendo a remoção de placas de amianto ser assegurada por equipas altamente especializadas.

Mas o fibrocimento (sem amianto) manteve-se como um dos materiais de construção mais utilizados em todo o mundo, devido às suas características técnicas de excepção:

  • Resistente às intempéries: impermeável, não fissurável pelo gelo, insensível aos novos testes de desempenho climático (EN494), desafiando com sucesso o granizo (Acta EMPA Nr. 144,410);
  • Conforto Acústico: a notável propriedade de enfraquecimento acústico do material favorece um bom conforto de utilização, muito apreciado em vários domínios;
  • Flexível, mas indeformável: mais leve, (13kg/m2) permite uma melhor qualidade de manutenção e de montagem, sempre beneficiando duma notável solidez e resistência aos choques;
  • Propriedades Hidrotérmicas: graças à sua permeabilidade aos vapores de água e ao seu grau de isolação térmica, o material em fibrocimento apresenta uma importante capacidade em neutralizar as condensações e evacuar a humidade existente;
  • Imputrescível: inerte aos processos fermentativos, não teme os agentes microbianos vegetais e animais;
  • Resistente aos agentes químicos: em conjunto com as cimenteiras, encontramos uma preparação mais resistente face a um meio ambiente cada vez mais agressivo, nomeadamente por causa dos sulfates e das chuvas ácidas;
  • Inoxidável: não temendo os fenómenos da oxidação, não é perfurável pelo eletrólise em caso de vizinhança com cabos de alta tensão.

A Sotecnisol Coberturas e Fachadas está habilitada para a remoção de fibrocimento contendo amianto. Saiba mais aqui.

Remoção de fibrocimento com amianto
Remoção de fibrocimento com amianto



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