Categoria: Engenharia

Revestimento que reduz consumo de energia e emissões de CO2

Revestimento que reduz consumo de energia e emissões de CO2

O painel GELCLAD foi criado pelo consórcio liderado pelo Instituto Pedro Nunes (IPN)

Cerca de 20% a 60% de toda a energia utilizada nos edifícios está relacionada com o projeto e construção e onde, em mais de 35% dos casos, as paredes são responsáveis ​​por parte significativa de todas as perdas e ganhos de calor através do envelope do edifício.

O painel GELCLAD será um produto compósito sustentável, leve e pronto a aplicar. Será constituído por um núcleo de isolamento de aerogel e um painel impermeabilizante de ecoWPC, tudo numa só unidade fácil de manusear, capaz de atingir objetivos de alta eficiência energética e especialmente projetado para cumprir com as principais ações de renovação de edifícios desejadas pela UE.
• 45% de melhoria no desempenho do isolamento;
• Tempo de vida útil superior a 30 anos;
• Aplicação fácil e rápida;
• Custo/desempenho competitivo;
• Orientado para renovação de edifícios;
• Com respeito pelos princípios de sustentabilidade.

Gelclad

A disponibilização deste novo sistema de revestimento será especialmente importante para dar um novo fôlego ao setor da reabilitação urbana, obedecendo a critérios sustentáveis e ecológicos que não desconsiderem a componente humana”.

Jorge Corker, coordenador do projeto, considera que este novo sistema contribui para “reduzir o consumo de energia e as emissões de CO2, permitindo ganhos até 40% de eficiência de isolamento“. Acrescentou: “apresenta-se como um produto inovador que supera as propriedades oferecidas pelos sistemas de isolamento de fachada tradicionais e que terá um impacto real na poupança energética”.

Gelclad

Fonte: https://eco.sapo.pt ; https://www.ipn.pt ; https://www.gelclad.eu

Porquê investir num Reservatório Flexível?

Porquê investir num Reservatório Flexível?

Porque os reservatórios flexíveis são a solução mais económica para armazenar água ou outro tipo de líquidos.

Os reservatórios flexíveis são um meio de armazenamento temporário ou definitivo de todo o tipo de líquidos.

Apresentam uma excelente durabilidade, pois apresentam um muito bom comportamento em relação aos factores ambientais, como é o caso dos raios ultravioletas.

Os reservatórios flexíveis são extremamente práticos, pois podem ser transportados em espaços reduzidos, uma vez dobrados.

Outras vantagens dos Reservatórios Flexíveis:

  • Instalação rápida e simples.
  • Fácil transporte.
  • Estabilidade. Apenas requerem uma superfície plana e horizontal.
  • Grande variedade de volumes, de acordo com as necessidades.
  • Não necessitam de obras adicionais, projectos ou licenças.
  • Eliminam a evaporação, criação de algas e existência de insectos.
  • Estão livres de oxidação e de toda a contaminação exterior.
  • Eliminam os maus odores de efluentes residuais ou outros.
  • Evitam os derrames no meio ambiente.
  • Evitam o risco de queda no seu interior e o contacto com os líquidos armazenados.
  • Têm uma elevada resistência química a hidrocarbonetos e a todos os efluentes agrícolas e industriais.
  • Têm uma elevada resistência mecânica a temperaturas (-30ºC até +60 ºC).
  • Têm uma vida útil superior a 25 anos.
  • Têm 10 anos de garantia do material.
  • São 100 % recicláveis.

Os reservatórios flexíveis são fabricados com uma membrana de polietileno ultra flexível, com uma espessura de 1.3 mm. Dispõem de uma saída frontal com terminal roscado e uma entrada superior com saída dupla roscada, de diâmetro 32 mm ou de 63 mm. Os cantos são reforçados com placas de polietileno.

Vantagens do POLIETILENO face ao PVC:

  • Maior resistência química ao ataque de ácidos, bases e solventes orgânicos.
  • Maior resistência à radiação solar (UV).
  • Respeito pelo ambiente e pela saúde. O PVC liberta radicais halogenados que possui na sua cadeia polimérica.

Vantagens do POLIETILENO face ao EPDM:

  • Maior resistência à radiação solar (UV).
  • Melhor resistência química. A soldadura do EPDM faz-se por vulcanização.
  • Respeito pelo ambiente e pela saúde. A soldadura do polietileno faz-se por termofusão, sem recurso a produtos químicos.

Os reservatórios flexíveis são reutilizáveis, podendo ser usados temporariamente e guardados até nova utilização.

Tipo de líquidos a armazenar:
Os reservatórios flexíveis podem armazenar líquidos como água de rega, água da chuva, águas residuais, água potável, fertilizantes líquidos, entre outros, podendo ser aplicados em inúmeras áreas:

Logística

A capacidade dos reservatórios é variável, desde pequenos volumes (100 litros) até 1.000 m3 (1 milhão de litros)

Certificações:

  • Certificado de armazenamento de ÁGUA POTÁVEL – Limite de migração global establecido no Regulamento (UE) Nº 10/2011 da Comissão de 14 de Janeiro de 2011, sobre materiais e objetos plásticos destinados a contacto com alimentos. Ensaio UNE-EN 1186-3. Limite máximo: 10 mg /dm2. O resultado do ensaio realizado aos reservatórios é < 1.0 mg/dm2 (10 vezes menos que o limite máximo permitido).
  • Marcação CE dos reservatórios para o mercado Europeu
  • Certificado de Qualidade ISO 9001, no fabrico dos reservatórios.
  • ÁGUA DA CHUVA: na lei da água de 2008 e na norma EN1717, é permitido alimentar com água da chuva, as sanitas, as máquinas de lavar, etc, que representam mais de 60 % do consumo de água potável de uma habitação.
  • ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEIS: Na Europa não é permitido, por questões de segurança. Nos países onde é permitido, os reservatórios podem ser utilizados para este fim.

Consulte a nossa Tabela de Preços.

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Passive House

Passive House

O conceito Passive House foi desenvolvido nos anos 80, na Alemanha, pelo investigador alemão Wolfgang Feist, do Passivhaus Institut (PHI).

A Passive House tem como base um excelente isolamento térmico, que mantém o calor desejado no interior e o indesejado no exterior, um sistema de ventilação que fornece ar novo constante ao interior e um sistema de recuperação de calor de elevada eficiência, que permite que o calor existente no ar e que é extraído seja reutilizado.

Os resultados apontam para poupanças energéticas de até 90%, comparativamente aos edifícios típicos do Centro da Europa e de 75% em relação a novas construções, refere o sítio online www.passipedia.de.

http://www.egreengroup.com

A Passiv House pressupõe que, baseada numa elevada qualidade térmica dos materiais de confinamento do edifício (paredes, janelas e portas), na utilização das fontes de calor internas (provenientes dos dispositivos eléctricos que normalmente se utilizam nos lares) e na minimização das perdas de ventilação através de um sistema controlado com recuperação de calor, a habitação não necessita dos mecanismos de refrigeração e de aquecimento habituais.

Estamos a falar de uma abordagem diferente onde o termo “passivo” se aplica à forma como funciona o sistema de aquecimento: o edifício não é aquecido de forma activa, usando essencialmente os ganhos de calor passivos para se aquecer, sendo apenas necessária uma pequena quantidade adicional de calor.

Uma Passive House é cost-efficient. Os custos adicionais associados à implementação inicial de um sistema Passive House (como isolamento térmico, caixilhos de janelas e vidros especiais entre outros) são rapidamente compensados ​​por um sistema AVAC de custo mais reduzido e pela fatura de energia, que é de quatro a dez vezes menor do que a de uma casa convencional.

Existem hoje mais de 10.000 edifícios em todo o mundo certificados o sistema de Passive House, desde pequenas casas individuais a edifícios de escritórios, escolas e lojas. Um grande número deles está na Alemanha e na Áustria.

Saiba mais informações aqui:

www.passivhaus.pt

www.edificioseenergia.pt